Diagnóstico9h00 · Abertura18 min
Abertura: por que este evento existe
Uma hora de trabalho no Brasil gera US$ 21. Nos EUA, US$ 91. Por que a conta não fecha, e onde o RH entra.
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Sobre a sessão
Fernando Gadotti, fundador da Tako, abre o Summit com o dado que enquadra o dia inteiro: o trabalhador brasileiro adotou IA antes da empresa brasileira. Ele mostra onde o ganho de produtividade aparece no micro e por onde ele vaza antes de virar resultado da empresa. Quem fecha esses vazamentos é quem redesenha o trabalho.
O que você leva desta sessão
- O gap de produtividade em números: US$ 21 por hora trabalhada no Brasil contra US$ 91 nos EUA, e 30 anos parados na 78ª posição.
- O paradoxo brasileiro: 54% das pessoas já usam IA, acima da média global, mas só 17% das empresas adotam em escala.
- Por que o ganho individual não vira ganho da empresa, e os dois pontos onde ele vaza no caminho.
- Os dois gargalos em que o RH é insubstituível: redesenhar o trabalho de quem foi liberado e tornar o processo autônomo de ponta a ponta.
- Por que adoção não é um problema de inteligência da máquina, e sim um problema de gente.
“O trabalhador brasileiro adotou IA antes da empresa brasileira.”
Fernando Gadotti · Tako
A IA já entrou no seu RH. Falta ela entregar.
A Tako é IA para o RH: processa a folha de ponta a ponta e assume a operação para o seu time focar no que muda o resultado.
