Decisão10h15 · Palco 135 min
Quando a IA vira critério: a meta de fluência da Alice
A Alice transformou fluência em IA numa competência com nota. Quem não é fluente nem entra no ciclo de avaliação, e 95% já passaram.
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Sobre a sessão
A Alice transformou fluência em IA numa competência com rubrica, nível e nota: quatro dimensões, dez habilidades, quatro níveis, o mais baixo chamado Unacceptable. A avaliação acontece dentro de uma IA, e quem não é considerado fluente não é habilitado para o ciclo de avaliação. Sarita Vollnhofer, CHRO da Alice, chega com o resultado na mão. Conversa conduzida por Carla Barone, da ONEVC.
O que você leva desta sessão
- A rubrica de fluência: quatro dimensões, dez habilidades, quatro níveis, e por que basta ficar no nível mais baixo em uma habilidade para não passar.
- Como o assessment roda dentro do Claude: autoavaliação por evidências, revisão do gestor e validação técnica do time de engenharia.
- Por que a fluência é pré-requisito do performance review: sem ela, a pessoa nem é avaliada para mérito e promoção.
- O 'poço da aprendizagem' e o que a empresa fez para tirar o time de lá: o programa Acelera, capacitação de gestores e HRBPs próximos.
- O papel do CEO no top-down: a meta veio dele, com choque inicial, porque sem o founder na mesa a transformação não acontece.
“Se você não se tornar fluente, você nem participa do performance review.”
Sarita Vollnhofer · Alice
A IA já entrou no seu RH. Falta ela entregar.
A Tako é IA para o RH: processa a folha de ponta a ponta e assume a operação para o seu time focar no que muda o resultado.
