O que os founders passaram a falar quando a IA entrou
A Endeavor transcreveu 2.687 mentorias de founders. A menção a IA nas conversas sobre gente saltou de 20% para 57% em dois anos.
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A Endeavor transcreveu 2.687 mentorias de founders entre 2024 e 2026 e foi olhar o que eles falam quando ninguém está vendo. O achado contraria o que todo mundo imaginava: a menção a IA nas conversas sobre gente saiu de 20% para 57% em dois anos. Tetê Fornea, diretora-geral da Endeavor Brasil, mostra o que saiu da pauta, o que entrou e onde os founders travam. Conversa conduzida por Cadu Gonçalves, da Vixtra.
O que você leva desta sessão
- O dado por dentro: 2.687 mentorias transcritas mostram a menção a IA nas conversas sobre gente saltando de 20% para 57% em dois anos.
- O tema que caiu de cena: avaliação de performance deixou de ser a principal pergunta; entrou 'que time eu preciso' e desenho organizacional.
- Por que o founder vira curador de contexto, e o que a IA não deveria substituir: o olho no olho, a troca e a decisão.
- Papéis intermediários de coordenação somem, e o nivelamento mínimo em IA vira requisito, não diferencial.
- Por que people nunca foi tão protagonista: de área de RH a transformadora da mudança.
“A IA não substitui a decisão. Ela substitui a coordenação.”
Tetê Fornea · Endeavor Brasil
A IA já entrou no seu RH. Falta ela entregar.
A Tako é IA para o RH: processa a folha de ponta a ponta e assume a operação para o seu time focar no que muda o resultado.
