Jornada17h45 · Encerramento42 min
Cultura inegociável na era da IA
27 mil agentes criados em um ano, IA como critério de contratação e um digital twin que respondeu sozinho no Slack. O RH do iFood, por dentro.
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Sobre a sessão
Raphael Bozza encerra o dia com uma tese simples: tecnologia sem cultura é apenas ferramenta. Ele conta as quatro ondas de IA do iFood, de 2018 até os 27 mil agentes criados em um ano, o manifesto em que usar IA é critério de contratação e de avaliação de desempenho para todo mundo, e o que segura tudo de pé: os mecanismos.
O que você leva desta sessão
- As quatro ondas de IA do iFood, de 2018 aos 27 mil agentes criados em um ano e mais de 180 modelos em produção.
- Por que usar IA virou critério de contratação e de avaliação de desempenho para todo mundo, não só para o time de dados.
- Os mecanismos que transformam o que a empresa acredita em prática no dia a dia, do jeito de trabalhar ao futuro das pessoas.
- A ambidestria organizacional: operar perto do caos sem virar burocracia, com escala e velocidade ao mesmo tempo.
- O que só uma pessoa pode fazer numa empresa que já delegou tanto para a máquina: julgamento, criatividade e confiança.
“Toda vez que eu negocio a minha cultura, o padrão desce.”
Raphael Bozza · iFood
A IA já entrou no seu RH. Falta ela entregar.
A Tako é IA para o RH: processa a folha de ponta a ponta e assume a operação para o seu time focar no que muda o resultado.
