O primeiro ano da adoção: o que se monta antes de escalar
Manifesto do CEO, um hackathon que congelou a adoção e o time de gente como o menos seguro com IA. O primeiro ano por dentro, com o custo de cada escolha.
Moderação
Assista à sessão completa
Deixe seu e-mail corporativo para assistir a esta sessão.
O primeiro ano decide se a adoção ganha estrutura ou vira coleção de experimentos soltos. Roberta Valezio partiu de um baseline de centenas de planilhas por semana na Neon, consolidou sistemas antes de tocar em IA e mediu também o que piorou. Gabriela Cañas estruturou o programa da Nuvemshop com memo do CEO e change management de manual. Breno Vaz lançou um manifesto AI-first na Conexa, viu um hackathon congelar a adoção e corrigiu com champions de base. Conversa conduzida por Juliana Jordão, da Tako.
O que você leva desta sessão
- Por que um hackathon multidisciplinar 'para todos' reforçou o 'isso não é para mim', e como os AI Champions entre pares corrigiram.
- O memo do CEO como divisor de águas: deixar explícito que a transformação é esperada e que vai exigir horas dedicadas.
- Consolidar antes de escalar: sair de quinze sistemas de RH para oito e montar o data hub antes de tocar em IA.
- Por que meta de adoção é métrica de vaidade: mede uso, não resultado nem qualidade.
- A missão de people não muda; muda o que o time é capaz de fazer. As métricas de sucesso continuam as mesmas, aceleradas.
“Desconfie de quem tem respostas. É sobre perguntas.”
Roberta Valezio · Neon
A IA já entrou no seu RH. Falta ela entregar.
A Tako é IA para o RH: processa a folha de ponta a ponta e assume a operação para o seu time focar no que muda o resultado.
