Jornada16h00 · Palco 138 min
Construindo organizações AI-first e o novo papel de People nos times
Uma recrutadora fazia 12 entrevistas por dia. O time redesenhou o processo, não o cargo. E o trabalho dela mudou de lugar.
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Sobre a sessão
Uma estimativa do BCG diz que metade dos empregos vai ser remodelada pela IA, a maior parte continuando a existir com outro formato. Juliana Jordão, diretora de People da Tako, traz o caso de uma pessoa do time dela para mostrar como isso acontece na prática, e o que muda em onboarding, headcount, metas e performance quando um processo é redesenhado. Conversa conduzida por Carla Barone, da ONEVC.
O que você leva desta sessão
- O caso real da Bia: de tiradora de pedidos com 12 entrevistas por dia para dona do processo, do sourcing ao onboarding.
- Por que o time redesenhou o processo inteiro, e não o cargo, e o que sobra para o humano: julgamento e contexto de negócio.
- Como a IA passou a cobrir 65% da agenda de entrevistas e devolveu dias de trabalho para conversas de qualidade com os gestores.
- O efeito dominó de redesenhar um processo: onboarding, workforce planning, metas e performance review mudam junto.
- Como avaliar quem é cético, curioso ou AI-native, e por que baixo ego e disposição para mudar de opinião viraram critério.
“O trabalho da Bia mudou porque o processo inteiro foi redesenhado.”
Juliana Jordão Machado · Tako
A IA já entrou no seu RH. Falta ela entregar.
A Tako é IA para o RH: processa a folha de ponta a ponta e assume a operação para o seu time focar no que muda o resultado.
