Quando o deck de IA encontra a operação
Recebeu o mandato: 'agora IA é com você'. Em vez de correr para a execução, começou por uma pergunta: qual é o problema que estou tentando resolver?
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Quando uma empresa decide investir em IA, a primeira conversa quase sempre é sobre tecnologia. Veronica Jany, head de Business Transformation na Amazon Brasil, defende que essa é a conversa errada. Ela mostra o desenho que usa, o working backwards, começando por quem é o cliente e qual o problema, e conta como duplas de negócio e técnica com tempo protegido viraram um mecanismo repetível. Fala a título pessoal. Conversa conduzida por Caroline Cabral, da Turbi.
O que você leva desta sessão
- Working backwards aplicado à transformação: começar pelo problema e pelo cliente, não pela ferramenta, e por que isso já resolve metade da adoção.
- As duplas 'two hot dog teams': uma pessoa de negócio com a dor e uma com afinidade técnica, com tempo protegido na agenda.
- Por que resultado mensurável é premissa, e como engajamento e capacitação vieram de brinde, não como objetivo.
- Comece pequeno com profundidade, pilote numa área e só depois escale, nunca comece pela organização inteira.
- Os quatro princípios: partir do problema, ganha-ganha para todo stakeholder, simplificar e sustentar com mecanismos.
“Ninguém quer saber de transformação. As pessoas têm problemas. Atrele o que você quer entregar ao problema que a liderança precisa resolver.”
Veronica Jany · Amazon
A IA já entrou no seu RH. Falta ela entregar.
A Tako é IA para o RH: processa a folha de ponta a ponta e assume a operação para o seu time focar no que muda o resultado.
